
Salva-me da ilusão de te perder
Do pudor de te pretender
Do desejo inconfessável de te possuir
Condena-me ao Purgatório
Onde os Deuses não têm acento
E o vento uiva frio provocando desalento
Lança-me no abismo
Das tempestades solares
Longe dos olhares
Herméticos, patéticos, desprovidos
De versos poéticos
Mistura-me com a multidão
Talvez me perca…ou não
Por entre os dedos das feiticeiras
Que lêem os mapas das veias
E condenam os ignorantes
A destinos errantes
Onde a ilusão está sempre presente…ou não
Do pudor de te pretender
Do desejo inconfessável de te possuir
Condena-me ao Purgatório
Onde os Deuses não têm acento
E o vento uiva frio provocando desalento
Lança-me no abismo
Das tempestades solares
Longe dos olhares
Herméticos, patéticos, desprovidos
De versos poéticos
Mistura-me com a multidão
Talvez me perca…ou não
Por entre os dedos das feiticeiras
Que lêem os mapas das veias
E condenam os ignorantes
A destinos errantes
Onde a ilusão está sempre presente…ou não

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